O levantamento sobre os Indicadores Imobiliários Nacionais, realizado pelo Senai, em parceria com a Confederação Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), mostra que as vendas de imóveis cresceram no País, nos primeiros três meses do ano, a alta foi de 26,7%, em relação ao primeiro trimestre de 2019. Enquanto o mercado financeiro despencava, com uma queda do índice Bovespa de mais de 30%, o valor real do imóvel teve uma elevação de 13% no primeiro trimestre do ano, resultado extremamente positivo, diante do cenário. Mercado imobiliário

A pesquisa foi realizada em doze das maiores regiões metropolitanas, no Distrito Federal e em outras 25 cidades brasileiras, entre elas Campo Grande, e apontou que 56% das empresas mantiveram vendas, mesmo após o início da pandemia. Apesar dos bons indicativos, o segmento também foi impactado, já que a expectativa era de um crescimento acelerado para 2020.

Com a paralisação da economia global, os empreendedores imobiliários deixaram de lançar novos projetos em todo o Brasil nesse início de ano. A queda de novos empreendimentos colocados no mercado de janeiro a março de 2020 foi de 14,9%, em comparação ao mesmo período do ano passado. O índice apresenta uma queda significativa, pois 2019, já foi um ano considerado fraco.

A boa notícia que a pesquisa aponta é que as construtoras e incorporadoras mantém seus planos de lançamentos. Entre as empresas pesquisadas, 53% pretendem colocar novos produtos no mercado entre 60 e 120 dias, este é o caso da SBS Empreendimentos. A empresa comercializará no próximo mês uma torre residencial em Campo Grande (MS), a companhia já está preparada para o novo normal, vem treinando sua equipe de vendas, adotando procedimentos de visitas ao estande de vendas, aderindo aos cuidados estabelecidos pela OMS.

Segundo a CEO da SBS, Phaena Spengler, a companhia se adaptou rápido a nova realidade, mantendo dentro possível o planejamento estratégico, “Acreditamos que tudo vai passar e vamos sair melhores de toda esta crise que a COVID 19 nos impôs. Mantivemos os contratos e todas as atividades, apenas adequamos às novas necessidades de exigências sanitárias. Os investimentos imobiliários estão extremamente atraentes, por isso nossa expectativa é bastante positiva com o Empreendimento que comercializaremos no próximo mês”, concluí Phaena.

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